23/6/13

Atividade editoral como atividade educativa / Reflexões de Antonio Gramsci sobre as ‘revistas tipo’

Rosemary Dore

I. As "revistas tipo" no programa de estudos esboçado no cárcere

Nosso interesse sobre as reflexões de Gramsci a respeito das "revistas tipo" e sua relação com o problema da cultura nasceu dos estudos que realizamos sobre sua proposta para a escola, entendida como organização da sociedade civil essencialmente ligada à conquista da hegemonia (cf. DORE SOARES, 2000; 2005).

Um esboço da relação de uma biografia de Gramsci com sua obra

Rodrigo Duarte Fernandes dos Passos
  • De que modo a biografia do comunista italiano Antonio Gramsci (1891-1937) evidencia pontos normalmente ignorados em sua obra? Responder a essa pergunta é a justificativa da leitura de “A Vida de Antonio Gramsci”, de Giuseppe Fiori, obra sobre a qual se pretende fazer uma breve resenha no presente texto.
Uma trajetória sofrida e solitária, pontos que incidem, de algum modo, na sua obra também. Nasceu em Ghilarza, aldeia da ilha italiana da Sardenha. Sua origem não necesariamente humilde, mas cuja trajetória assim se configurou em face, inicialmente, da injusta prisão e pena cumprida pelo pai por alguns anos num contexto de intrigas políticas. Tal experiência levou a inúmeros sacrifícios por parte da mãe e dos irmãos para a manutenção da família. Após a expiação, seu pai conseguiu apenas uma recolocação modesta, ponto que explica em parte as contínuas dificuldades.

El concepto de ‘sociedad civil’ / Breve historia de su elaboración teórica

David Pavón Cuéllar & José Manuel Sabucedo Cameselle

Por más que se le conjure y se le invoque en la actualidad, el concepto de “sociedad civil” suele permanecer bastante oscuro en lo que designa, significa e implica. Para disipar tal oscuridad, es preciso esclarecer la teoría que lo ha impregnado en su origen y a lo largo de su desarrollo. Con este objeto, se ofrece una breve historia de su elaboración teórica. Tras el naturalismo de Aristóteles, se revisa el convencionalismo liberal de Hobbes, Locke y Ferguson, para terminar con las teorías alternativas de Kant, Fichte, Hegel, Marx y Gramsci.