31/7/10

El político y el científico: Homenaje a Juan Carlos Portantiero

 
Claudia Hilb 

Publicamos, por especial gentileza da autora e dos editores, o prefácio de El político e el científico. Ensayos em homenaje a Juan Carlos Portantiero (Buenos Aires: Siglo XXI Editores, 2009. 264p.). Ao longo dos anos, Gramsci e o Brasil tem destacado as personalidades de Portantiero (1934-2007) e de José Aricó (1931-1991), bem como as iniciativas em torno da célebre revista Pasado y Presente e dos seus Cuadernos, que tiveram um papel fundamental na divulgação, por toda a América Latina, de um marxismo aberto e plural: nas palavras de Aricó, em cada número da revista ou em cada livro publicado, entre os anos sessenta e oitenta do século passado, era fundamental “a ideia de que não existia ‘o’ marxismo, mas desde o início existiram ‘os’ marxismos”, o que colocou a ação pedagógica de Portantiero e Aricó a salvo “das simplificações bizarras de uma historiografia a serviço da política”.

Gramsci e o século XX. Uma introdução

Edgard Calhado [Brasil] Cortadores de algodón

Renato Zangheri
Em 1997, a Fundação Instituto Gramsci realizou um dos seus tradicionais seminários decenais, que sempre representam pontos relevantes nos estudos sobre o pensador italiano. As intervenções foram recolhidas em Gramsci e il Novecento, obra em dois volumes publicada em 1999 pelo editor Carocci e não traduzida em português. Começamos agora a trazer para o leitor brasileiro uma seleção dos ensaios teoricamente mais significativos, na esperança de suprir um vazio na nossa bibliografia. Além desta introdução, deve-se ver também, por ora, os textos de Marcello Montanari, Giulio Ferroni, Mario Telò, Giulio Sapelli e Irina V. Grigoreva.

Un crimen político: El caso Pasolini. Crónica de un asesinato



Recoge la historia gráfica de Gianluca Maconi, junto a textos de otros autores próximos al cineasta
Julio Castro
Corrían otros tiempos, y eso es lo que facilitó que los medios oficiales y el corrupto estado de Italia, convirtiesen el crimen en escándalo. Y en una sociedad en la que es más grave la homosexualidad que los crímenes fascistas o los asesinatos a cargo de los poderosos, no es de extrañar que las investigaciones fuesen pasadas por alto sin que muchos se preocuparan por ello.
Es un lejano recuerdo, pero recuerdo al fin, el que me queda acerca de aquellas portadas del rotativo semanal italiano L’Europeo, que sería el único medio de comunicación capaz de dar la cara a la hora de investigar y tratar el vil asesinato de Pier Paolo Pasolini. En realidad, como ocurre en otros casos de nuestros días, fue una escritora, Oriana Falacci, la responsable de buscar otras líneas de investigación que negaban la posibilidad de certeza en la línea seguida tras la captura y declaración de Pelosi, un miserable chapero y único acusado del crimen, que se encargaría de enredar toda la trama.